quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

IRANET - Provedor de Internet atuando no Extremo Sul via rádio e fibra ótica

 IRANET IRA NET
A Iranet é um provedor de internet de médio porte com sede no bairro de Jordanópolis no Extremo Sul da cidade de São Paulo. Sua cobertura inclui os bairros do distrito de Grajaú, na região da subprefeitura da Capela do Socorro: Jordanópolis, Jardim Iporanga, Jardim das Imbuias, Jardim Kioto, Jardim Angelina, Jardim Floresta, Jardim Eda, Jardim Alpino, Jardim dos Manacás, Jardim Icaraí, Jardim São Bernardo, Jardim São Rafael, Vila Natal, Jardim Tanay, Jardim Myrna.

Os planos de internet, apesar de não incluirem telefonia fixa, têm um bom custo benefício. Nos Planos Residenciais as velocidades de download variam de 5 a 25 Megas, bem acima das velocidades oferecidas pelas concorrentes de grande porte Vivo e NET.  Os preços da mensalidade dos planos residenciais, conforme suas velocidades de download, são:

  • 5 Mega - R$ 64,90
  • 10 Mega - R$ 79,90
  • 15 Mega - R$ 109,90
  • 20 Mega - R$ 129,90
  • 25 Mega - 159,90
A Iranet promete entregar 50% das velocidades contratadas também no upload nos planos empresariais, que possuem suporte técnico diferenciado. Os planos para empresas variam de 10 a 20 Mega com mensalidades de R$ 149,90 e R$ 249,90.

A Iranet atua com tecnologias de fibra ótica e via rádio.

Para entrar em contato com a Iranet e obter dados como telefones ou mesmo assinar ligue no telefone (11) 95106-7281 (TIM). 

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Provedores Alternativos: Gotcha.net

Uma alternativa para quem mora no Extremo Sul é contratar provedores de internet locais. Em geral, eles funcionam com tecnologia sem fio e possuem velocidades maiores do que as da concessionária Vivo. O Banda Larga para o Extremo Sul fará um levantamento desses provedores que fazem cobertura nas regiões do Grajaú, Parelheiros, Jardim São Bernardo, Vila Natal Residencial Palmares, Jardim Varginha, Herplin e outras localidades na região sul da capital São Paulo. Se você conhece algum provedor local e gostaria de nos informar, entre em contato.

Logotipo Gotcha.net
Começaremos a nossa análise pelo provedor Gotcha.net. A empresa atua há 10 anos no mercado e possui autorização da ANATEL. Esta autorização é importante, pois garante que a empresa cumpra as regras do serviço de conexão multimídia dentro de certos parâmetros de qualidade.

Tecnologias

Fonte: http://www.gotchanet.com.br/tecnologia.php


A Gotcha.net utiliza a tecnologia 5G para distribuir o sinal via rádio. Nesse tipo de conexão o usuário não precisa instalar linha telefônica. A transmissão de dados é full duplex, ou seja os dados são enviados e recebidos ao mesmo tempo sem colisão, o que garante mais qualidade e menos perda. O serviço também inclui IP fixo. A empresa fornece em comodato todos os equipamentos necessários para a conexão.

Cobertura

A empresa informa em seu site recentemente modificado que oferece cobertura em 360º em toda São Paulo e Grande São Paulo. Em seu site anterior havia a confirmação de cobertura nos seguintes bairros da região Sul:

Vargem Grande, Vila Rocha, Jardim dos Álamos, Jardim Silveira, Recanto Campo Belo,Varginha, Jardim São Bernardo, Cidade Dutra, Pedreira,Vila Joaniza, Jardim Luso, Vila Santa Catarina, Jabaquara, Americanópolis, Jardim Ângela, Capão Redondo, Valo Velho.

Planos, Velocidades e Franquias

Em contato feito por e-mail a empresa informou que não existem franquias nos seus planos. Isto é uma boa notícia em um cenário em que a Vivo, principal operadora da região, só vende planos com corte da conexão ao final das franquias, embora, promocionalmente, ainda não aplique este corte.

Planos residenciais

Os planos residenciais possuem velocidades entre 1 e 8 Megas. A empresa cobra taxa para a instalação. A taxa para residência (rua) é de R$ 280,00 e a taxa para condomínio tem o valor de R$ 200,00.

  • 1 Mega (download) e 500 Kbps (upload)- R$ 49,90
  • 2 Megas (download) e 1 Mega (upload) - R$ 59,90
  • 3 Megas (download) e 1.5 Mega (upload) - R$ 79,90
  • 4 Megas (download) e 2 Megas (upload)- R$ 99,90
  • 8 Megas (download) e 4 Megas (upload) - R$ 169,99
  • Vip Gamer - 5 Megas (download/upload) - R$ 150,00


Planos empresarias


  • Preços solicitados em orçamento pelo site da Gotcha.net 


Custo-benefício

Comparamos o custo benefício em relação ao provedor Vivo, que teoricamente, mas não realmente, atende universalmente a cidade. A velocidade comparada será sempre a maior oferecida pelo provedor analisado na região. No quesito preço a Gotcha.net está em pequena desvantagem. A Vivo oferece um plano de 8 Megas (sem linha telefônica) por R$ 99,70, mas a operadora dificulta o acesso a planos sem linha telefônica. O plano da Vivo com linha telefônica custa R$ 103,70.

A Gotcha.net peca no atendimento, que é demorado e não possui respostas conclusivas, especialmente no canal via WhatsApp.

Por outro lado, a Gotcha.net é melhor no quesito tecnologia, especialmente no que se refere à velocidade de upload que é metade da de download. Outros aspectos vantajosos são IP fixo e transmissão full duplex. Outro ponto positivo é a cobertura com altas velocidades que alcança locais onde a Vivo não chega.

Contato

O provedor pode ser contatado pelos seguintes canais:



Outras Informações:




Avaliação Final

Numa avaliação de 0 a 5, considerando os fatores


  • atendimento 0,5 de 1
  • tecnologias 1 de 1
  • cobertura 1 de 1 
  • custo benefício 0,5 de 1
  • franquia 1 de 1
  • Avaliação total: 4 pontos de 5




sexta-feira, 8 de abril de 2016

Vivo e GVT vai cortar internet fixa de todos os consumidores no futuro

Em entrevista dada ao Tecnoblog, o Chief Revenue Officer da Telefônica Vivo confirmou que, por ser tendência mundial, a Vivo e finada GVT adotará corte de internet para todos os consumidores.

Veja alguns trechos da entrevista onde a operadora revela seus planos para restringir o acesso dos usuários, quebrando contratos unilateralmente e combatendo serviços de streaming como Netflix e Popcorntime.

Tecnoblog: Oi e NET possuem franquia com redução de velocidade, mas fazem vista grossa quanto a isso. Muitas vezes a Vivo fala em corte de velocidade, e não redução. Isso realmente vai acontecer? É um caminho sem volta?
Gebara: Sim, é um caminho sem volta, por ser uma tendência adotada mundialmente.
Tecnoblog: Essa medida não fere o Marco Civil da Internet, segundo o qual uma operadora só pode barrar o acesso de um cliente se ele deixar de pagar a conta? 

<<Antes de obter resposta para a pergunta, a conversa foi interrompida pelo assessor de imprensa por “fugir do escopo inicial da entrevista”, com a promessa de futura oportunidade para discussão exclusiva de assuntos sobre franquia na banda larga fixa.>>

O alerta para clientes novos é procurar outras alternativas como provedores locais e concorrentes. Atualmente no Brasil apenas a Live Tim, dentre os grandes players, oferece conexão sem limite de velocidade.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Vivo (GVT) usará fibra até o gabinete (FTTc) para ampliar velocidades de conexão nas periferias

FTTc
O atual presidente da Vivo e ex-presidente da GVT Amos Genish revelou planos que mudarão a infraestrutura para as conexões de internet fixa da capital de São Paulo.

A maior novidade são as operações com a tecnologia FTTc (fibra até o gabinete). Até o momento, as maiores velocidades de conexão da empresa eram oferecidas por meio de FTTH (fibra até a residência).

O modelo misto, segundo Genish, se justifica pelos custos de implantação, uma vez que o modelo que utiliza cabos de cobre até a residência é mais barato em comparação à tecnologia de fibra ótica até o modem, modelo que a empresa tem usado até o momento para os serviços de internet banda larga e IPTV.

Apesar de melhorar a velocidade de conexão, o modelo de expansão de fibra até o gabinete apresenta problemas por não alcançar velocidades tão altas quanto a infraestrutura de fibra até a residência.

Outra novidade comunicada pelo Amos Genish é a tecnologia hibrida de DTH com IPTV.

Não há previsão para a disponibilização comercial dos serviços.

Informações da Teletime.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Joaquim Levy sinaliza isenção fiscal para o péssimo serviço das concessionarias

Apesar da má qualidade do serviço das empresas de telecomunicações, do aumento dos lucros e do monopólio das concessionárias, o Ministério da Fazenda sinaliza para mais isenção fiscal em 2015.

<<O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse nesta quarta-feira, 22, que o governo irá trabalhar para garantir o equilíbrio financeiros das concessões, inclusive da telefonia fixa, que se encerra em 2025, mas que está em processo de revisão. Ele disse que alterações nesses contratos poderão destravar investimentos do setor, inclusive na telefonia 4G.>>

Com informações do Teletime.

Atraso da regulamentação do Marco Civil beneficia teles e ameaça neutralidade da rede

O Marco Civil, com todos os seus pontos dignos de crítica no que se refere à liberdade e privacidade, ainda não foi regulamentado. A Lei, criada com participação popular, com o atraso para a sua regulamentação sofre pressões de lobistas das empresas de telecomunicações

O atraso tem sido usado para deturpar princípios importantes da Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 para beneficiar as empresas de telecomunicações e a prática de armazenamento e venda de dados dos consumidores. O ponto da Lei mais atacado pelos lobistas é a neutralidade da rede que prevê acesso não discriminatório a sites e serviços. 

<A associação de consumidores Proteste divulgou nesta quarta, 22, um documento assinado por 41 entidades da sociedade civil e 35 ativistas reivindicando agilização na regulamentação do Marco Civil da Internet (MCI; Lei nº 12.965/2014). A Carta de Salvador foi elaborada como resultado do 5º Fórum da Internet, evento realizado na capital baiana na semana passada e que discutiu o assunto. Nela, há a exigência que a regulamentação "seja aberta ao público em plataforma online e participativa, da mesma forma que o Marco Civil foi debatido".>>

Com informações do Teletime.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Vivo duplica rede para driblar reversibilidade dos bens. O que isso significa em termos de qualidade da rede no Extremo Sul?

Fios na Rua Riachuelo (G1 (em uma manchete infeliz))
O modelo de concessões das redes de telefonia no Brasil, feito durante a gestão do governo Fernando Henrique Cardoso, é incompleto e injusto em muitos sentidos.

Como moradores das regiões do Extremo Sul da capital de São Paulo, desde o momento em que vamos solicitar uma conexão de internet no televendas de uma operadora ou quando solicitamos aumento de velocidade, testemunhamos as incoerências desse modelo de concessão. O "não" é a resposta comum, seja para contratação de novas linhas ou para solicitação de upgrade.

O que ocorre para que, após quase 20 anos de concessões, os serviços ainda não cheguem a população mais carente de conexões de internet banda larga que ultrapasse o mínimo de 8 MBs?

A prática de duplicação das redes

Um dos problemas que destacaremos hoje é a prática de duplicação de redes que as operadoras de telefonia têm praticado em muitas regiões onde já possuem a infraestrutura recebida nas concessões.

A operadora Vivo admitiu em uma audiência pública da ANATEL que pratica este tipo de manobra para garantir a sua atual base de clientes em caso de reversabilidade da infraestrutura da rede em que opera como concessionária da antiga Telesp.

Segundo Gabriel Cerdeira e Antônio Bastos a <<reversabilidade dos bens objeto da concessão consiste na obrigação por parte do concessionário de devolver ao poder concedente a propriedade de todos aqueles bens vinculados diretamente à prestação do serviço público. Isso se dá pois a própria natureza jurídica da concessão consiste na prestação de um serviço público por tempo determinado, e, logo findo esse tempo, o serviço de relevante interesse deverá continuar a ser prestado futuramente, devendo, portanto, manterem-se os bens afetados à essa prestação sob domínio do titular do serviço público (ente federativo competente). É uma das cláusulas cogentes do contrato de concessão.>>

Para driblar o contrato, a Vivo tem duplicado a sua rede com cabeamento de fibra ótica, uma vez que o contrato de concessão da Telesp se limita à operação das linhas de cabos de cobre, ou seja, de telefonia fixa tradicional.

O que muda é a prioridade de investimentos

O resultado é que, em vez de expansão da rede, a operadora Vivo, do grupo Telefônica, tem substituído, com base em critérios arbitrários, a sua antiga rede de cobre por redes de fibra ótica, geralmente em bairros de classe média e classe média alta.

A situação ainda traz o agravante de que clientes das antigas redes de cobre são também obrigados a migrarem para os serviços Vivo Fibra. Em contrapartida, a operadora tem abandonado as redes de cobre sem manutenção, em estado precário, situação na qual, provavelmente, será entregue novamente ao poder público.

Na prática, este modelo de negócios da operadora tem mudado a prioridade de expansão das redes de fibra ótica, em detrimento da migração de clientes da base atual para os serviços de fibra ótica. Os locais onde a operadora não fez investimentos, aparentemente, continuarão abandonados e sem manutenção.